Não, não quero falar de algo propriamente dito.Não quero premeditar palavras, não quero nem ao menos ter o que falar.Quero que as palavras voem soltas como o vento.Quero palavras sem motivos.Palavras livres, puras, apenas palavras.
Palavras que se prendem dentro de mim mesma e saem quase que obrigadas, mas que continuam com sua leveza; a leveza do inevitável.
Palavras que brotam do meu silêncio, dos meus sentimentos e até da minha raiva recolhida.Do meu amor, da minha felicidade, da minha angustia...de tudo que me cerca.
Mas no momento, não quero expor sentimentos. Palavras me bastam.
O silência também.
(....)
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